A sua operação de aquisição inteira: funil, oferta, tráfego, atendimento, CRM e comercial. Tudo construído por quem cobra fixo + porcentagem sobre a venda: se você não vende, eu não ganho.


























Passei dois anos como gerente comercial de um clube de praia artificial em São Paulo. Acompanhei negociação, visita, objeção, proposta e fechamento: de perto, todo dia.
Foi ali que eu entendi a coisa que quase nenhuma agência entende: o anúncio é a parte fácil. O dinheiro se perde depois. No lead que ninguém atendeu. Na visita que não aconteceu. Na proposta que morreu sem follow-up.
Por isso você não recebe lead e abandono: recebe alguém olhando a operação inteira, inclusive a conversa dentro do seu WhatsApp.
Fui estrategista do projeto, o clube de praia idealizado por Ronaldo, cuidando da estratégia comercial e de marketing do lançamento.
Não coloco isso aqui para impressionar. Coloco porque é a prova de que o método aguenta projeto grande.
Todo mundo olha para o custo do lead. Quase ninguém olha para o que acontece depois que ele chega. E é ali que o dinheiro escorre: o lead que ninguém respondeu em 5 minutos. O corretor que entregou o ouro logo no primeiro "oi" e nunca mais teve motivo para marcar visita. A proposta que ficou para segunda e morreu na sexta.
Você não perdeu a venda porque o anúncio era ruim. Você perdeu porque a operação vazava, e ninguém estava olhando.
Marketing que para no lead não é marketing. É custo.
A maioria das agências começa pelo criativo: escolhe uma foto bonita, escreve "agende sua visita" e sobe. Nenhum produto sobe antes de passar pelo Método VGV, porque no fim do mês o que conta não é impressão, clique nem lead. É VGV comercializado. É por essa métrica que você é cobrado, e é por ela que eu quero ser cobrado também.
A Planta é o desenho da sua operação de vendas antes de qualquer real ser gasto. É onde eu descubro o terreno, defino a estrutura e projeto por onde a venda vai passar. Sem ela, você não está fazendo marketing: está apostando.
Contra quem você briga, o que o seu produto tem que o vizinho não tem, e qual é a dor real de quem compra isso. Você recebe um mapa. A maioria sobe anúncio no escuro.
A oferta não sai do chute: ela nasce da Pesquisa. A narrativa, o ângulo e o roteiro chegam prontos. Você recebe o que dizer. Não uma foto bonita.
Estrutura definida, verba protegida, teste com prazo. Nada de "vamos ver no que dá".
A leitura não para no painel do Meta: ela entra nas conversas do seu WhatsApp. O lead se identificou com a dor? Onde ele parou? O corretor entregou o ouro cedo demais e perdeu a visita? É a fase que nenhuma agência tem, e é onde o VGV se ganha ou se perde.
A escala só acontece quando três coisas estão verdes: o custo está na meta, o lead chega qualificado e o seu comercial dá conta. Escalar antes disso é comprar lead que ninguém vai atender.
Semanal e mensal. O que funcionou, repete. O que vazou, conserta.
Muita gente escolhe um CPL "de mercado". Aqui a conta parte de quanto você pode pagar por um lead para que aquela venda ainda valha a pena, e desce de trás para frente até chegar na meta.
A campanha não é ancorada na métrica do anúncio. É ancorada na economia da sua venda.
A operação tem gestor de tráfego, criação e apoio comercial. A alocação muda conforme o projeto: um corretor com dois produtos âncora não precisa da mesma estrutura de uma incorporadora com 600 unidades. Você não paga por gente que não vai usar.
Você já deve ter contratado agência antes. E provavelmente aconteceu isso: cobraram um fixo, entregaram um relatório bonito no fim do mês, mostraram alcance, engajamento, custo por clique. E o seu estoque continuou lá.
O problema não é má-fé. É o modelo. Quando a agência ganha o mesmo independentemente de você vender ou não, o objetivo dela para no lead. Ela é paga para gerar contato, não para gerar contrato.
Por isso eu cobro diferente: um fixo, que mantém a operação de pé, e uma porcentagem sobre a venda.
"Quanto você ganha a menos se eu não vender nada esse mês?"
Faça essa pergunta à sua agência atual. Se a resposta for "nada", você já sabe por que o estoque não gira.
Eu não prometo venda garantida. Ninguém honesto promete. Mas prometo uma coisa: se você não vender, eu sinto no bolso junto com você.
Não vou te vender nada nessa conversa. São 40 minutos, on-line, em que a gente abre a sua operação e olha onde o dinheiro está se perdendo. Quanto você investe, quantos leads chegam, quantos viram visita, quantos viram proposta, e onde a conta some pelo caminho.
No fim, você sai com um retrato claro da sua operação e com os próximos passos. Se fizer sentido trabalharmos juntos, eu falo. Se não fizer, eu também falo, e você fica com o diagnóstico de qualquer forma.
Onde o seu custo de aquisição está inflado. Se a sua oferta está atraindo curioso ou comprador. Onde o lead esfria. Por que a visita não acontece.
Quais mudanças dão mais dinheiro no menor prazo. O que corrigir primeiro. Qual é o CPL que a sua economia aguenta, calculado a partir do seu VGV, não de benchmark de internet.
Quanto você investe, quantos leads chegam, quantas visitas acontecem. Não precisa estar bonito, precisa estar real. Sem número, é conversa de bar. Com número, é diagnóstico.
Escassez inventada eu reconheço de longe. Então vou te explicar a minha, que é real. O modelo é fixo + porcentagem sobre a venda: o ganho de verdade só vem se você vender. E para você vender, o trabalho é fundo: a sua conversa de WhatsApp, o seu comercial, a sua visita, o que trava no caminho.
Isso não escala. Não dá para fazer com 40 clientes. Por isso o caminho aqui é o contrário do mercado: em vez de crescer somando clientes, crescer aumentando o resultado de poucos.
Restam 4 vagas para este ano.
Você fala comigo, não com um atendente que repassa o recado.
Grupo no WhatsApp, resposta no mesmo dia, ajuste na hora.
Não sou um gestor com 30 contas que confunde o seu empreendimento com o do vizinho.
Se você quer alguém para só "subir uns anúncios", eu não sou a pessoa certa, e vou te dizer isso na primeira conversa, sem rodeio.
Eu entro quando existe produto bom, comercial disposto a mudar o que precisa mudar e vontade real de olhar os números. Sem isso, nem o melhor tráfego do mundo salva.
A primeira conta é a verba que já gastou e não virou venda. A segunda é a que ninguém coloca na planilha: o imóvel que continua no estoque, o corretor que perdeu o mês, o lançamento que perdeu o timing. Essa é a conta mais cara, e ela cresce todo mês que passa.
Não quero chegar na reunião perguntando o básico. São 7 perguntas rápidas. Se você travar em alguma, já é o primeiro diagnóstico: o que você não mede é exatamente por onde o dinheiro está vazando.
Essa é a pergunta que quase ninguém sabe responder, e é por onde eu começo.
Aqui mora o dinheiro que quase todo corretor deixa na mesa.
R$ 500 mi em VGV · 6 anos de mercado · Resposta em até 1 dia útil
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O próximo passo é o diagnóstico completo da sua operação, em que vamos montar juntos o seu plano de ação. Agende agora o seu horário:
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